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Kyaku Kiadaff foi distinguido

O cine Tropical vestiu-se a rigor, na noite de quinta-feira, para acolher a 8ª gala dos prémios Angola 35º, em que destaque foi o “bis” do jovem inventor Inácio Simão Augusto, que conquistou duas medalhas de bronze na Feira Internacional de Ideias, Invenções e Novos Produtos (IENA), em Nuremberga, com os projectos “Bicicleta Multifuncional”, “dispositivo multifuncional para deficientes físicos, visuais e doentes”.



Figuras da sociedade angolana, entre artistas, empresários, políticos e académicos testemunharam a entrega dos troféus a outros jovens com menos de 35 anos, e que se distinguiram em vários sectores da vida do país. O Prémio “Política e Sociedade” foi para o diplomata e académico António Luvualo de Carvalho, e o “Cultura e Artes” para a arquitecta Paula Nascimento.

A cerimónia foi aberta por um grupo de dança infantil e foi preenchida com exibições de Érica Nelumba, Edy Tussa, TheTwins, Zibo Cyborg, Pérola, Ari e Kyaku Kiadaff. O autor de “Entre Sete Sete& Rosas”, “Prazer Quebrado” e “Noite da Galileia” acabou distinguido com o Prémio “Música”. Silvia Samara, apresentadora da Televisão Pública de Angola, venceu o Prémio “Comunicação Social”.

Outras figuras que se destacaram na gala foram o empresário Décio Coque, vencedor do Prémio “Economia e Negócios”, o radialista “Bismark José” que venceu o Prémio “Entretenimento” e as modelos Maria Borges e Amilna Estevão, que ficou com o galardão “Promoção Internacional”. A 8ª edição dos prémios “Angola 35 Graus” foi marcada por várias distinções na categoria “Destaque académico”: os gémeos Guilherme e António Abrantes Coulibaly, e ainda Nani Vontade e Marlon Martins. No Desporto foram premiados a Associação angolana de Jiu-jitsu, com os atletas Aléxia Paiva, Josemar Lopes, André Ribas ePaulo Alves. O Prémio Carreira, que é a única categoria que admite um vencedor com mais de 35 anos, foi para o artista plástico e fotógrafo António Ole. A organização decidiu fazer uma homenagem a Viliana Simba Bunga e Dona Madalena duas senhoras que se dedicam a cuidar de crianças desfavorecidas, na sua maioria órfãs, abandonadas e acusadas de feitiçaria, nas províncias do Uíge e Bengo, respectivamente.

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